A paisagem guarda marcas que não se apagam.
O fogo atravessa o território, transforma a matéria, interrompe ciclos.
Mas não é apenas a destruição que permanece.
Entre o que se perde e o que resiste,
a vida se reorganiza:
na reconstrução, nos gestos,
no cuidado com a terra.
Os corpos que habitam esse espaço carregam a memória do que foi queimado
e a continuidade do que ainda pulsa.
O fogo queima. A terra muda. O tempo passa.
O que fica?
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